
domingo, 24 de março de 2013
Estou entre histórias... Para refletir...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012
O prazer da terapia - rituais simples para psicoterapeutas
Recentemente recebi esta mensagem de uma amiga, e tive vontade de compartilhar aqui no blog. Espero que sirva de reflexão para muitos profissionais (independente da abordagem que sigam)...E também para os clientes que participam do processo terapêutico. Espero que gostem!“Esteja atento. Seja você mesmo. Cure as feridas e olhe profundamente para seu próprio processo. Acolha, sinta e aceite suas vulnerabilidades. Encoraje e aprecie estar no “aqui e agora”. Permaneça com o material incômodo. Fique com os sentimentos do cliente e contenha-os, quaisquer que sejam eles. Escute. Ajude os clientes a assumir seus sentimentos e as diferentes partes que rejeitam. Compreenda, embale e gentilmente devolva aos clientes suas projeções. Lembre-se, os clientes não podem fazer mal. Evite rotular quando se sentir nervoso. Entenda que, por trás do rótulo de narcisismo, há ofensas e feridas. Os assim chamados “limítrofes” na verdade são, anteriormente, crianças vítimas de abuso, em busca de amor e continência. Diferencie-se. Não assuma a responsabilidade pela dor, pelos conflitos ou problemas do cliente, são dele. Seja consciente, fique presente, seja honesto. Esteja presente com o coração. Confie no processo psicoterápico. Funciona. Seja paciente. Descubra eus ocultos. Empatia, empatia, empatia. Continue crescendo e torne-se emocionalmente tão sadio quanto possível. Confie e comprometa-se. Compartilhe com colegas. Cerque-se de pessoas com as quais você possa ser vulnerável e em quem possa confiar. Encoraje os clientes a aceitar seus próprios sentimentos e necessidades. Investigue o passado de seu cliente através das projeções atuais e compreenda o comportamento atual através da investigação do passado. Aprecie o poder do processo inconsciente. O seu e do seu cliente. Assimile, acolha, desintoxique e calorosamente devolva aos clientes o que eles põem em você. Compreenda a privação e a fome interna. Perceba que o emaranhamento oculta a alma. O abandono parece um vazio. Seja paciente com a ambivalência. Tenha amigos. Trabalhe pelo seu próprio esclarecimento. Encoraje a expressão do material emocionalmente carregado. Seja um modelo de papel positivo. Acredite e instile um sentido realista de esperança e encorajamento, sem infantilizar. Continue sua terapia. Compareça na supervisão. Retorne os telefonemas dos clientes. Ajude-os a ganhar um significado mais profundo nas suas vidas. Acredite no processo paralelo, você também já passou por isso. Mantenha-se criativo e espontâneo, divirta-se, desfrute do processo de seu cliente. Conheça seus próprios limites. Lembre-se de, quando necessário, esticar os horários, é relevante. Investigue, investigue, investigue. O silêncio é mais que ouro. Ofereça um ambiente acolhedor.Ajude os clientes a serem mais aquilo que são. O conselho pode valer mais para o terapeuta do que para o cliente. Reforce o eu total, os eus sem expressão, cindidos, estão aí por algum motivo. A terapia pode ajudar os clientes a descobrir o que eles já sabem. As perguntas mais simples podem ser as mais profundas. Crie um porto seguro para a dor, o amor, a excitação, a vergonha, a culpa, a desilusão e o crescimento. Construa um espaço especial para que os clientes sejam eles mesmos. Ame-se. Ame os outros. Tire férias. Aprenda a dizer não. O excesso de compromissos conduz ao estresse e à infelicidade, não ao sentimento de realização. Cuidar de você mesmo é cuidar dos outros. Trabalhe com a sua própria necessidade de ser bem quisto e compreendido pelos seus clientes. Permaneça flexível internamente. Lembre-se, confie no processo. Realmente funciona.* Psic. Jeff Blume – ( Bombshelter Press Los Angeles, 1995 )
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Cuide da sua criança interior
Realmente, crescer tem suas responsabilidades, mas responsabilidades nós temos desde crianças. Desde que cor escolher para pintar um desenho como dizia no selo até arrumar o material para ir à escola e cumprir as tarefas de casa. Vale ressaltar a importância de se vivenciar tais responsabilidades impostas a cada fase do desenvolvimento e em muitos casos, é exatamente o contrário o que acontece.
Não digo que o passado deva ser esquecido, pelo contrário, é muito saudável recordar situações que nos trazem emoções positivas, mas tais situações podem e devem ser vivenciadas também no decorrer da vida. Vamos viver o presente!
Mas nem tudo está perdido, caso tenha feito escolhas que tenham trazido resultado pouco satisfatório, faça uma reflexão na forma que tem ocorrido. Pense no que você deseja e reflita se esses desejos são realmente seus ou se está reproduzindo os sonhos de outras pessoas. Lembre-se que sempre está em tempo de ser feliz!
terça-feira, 1 de maio de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Pirataria existencial

sábado, 31 de dezembro de 2011
Você conhece seus pontos fortes?
Li recentemente uma frase que combina muito com este texto: “Nunca será um novo ano se você cometer os mesmos erros do passado... Liberte-se!” E com o início de 2012 nada melhor que avaliarmos o que serve e o que não serve mais em nossa vida. É um belo convite, não acha?
É claro que esta avaliação deve ser feita constantemente, mas se a entrada de um novo ano é um fator motivador, essa é uma ótima chance para começar. Faça uma retrospectiva do ano que passou, pensando em todas as mudanças que ocorreram em sua vida, situações positivas e negativas que aconteceram. Inicie pelos acontecimentos positivos, pense no que facilitou cada conquista, e perceba que pontos fortes foram colocados em ação para que pudesse realizar cada tarefa. Mas o que são pontos fortes? De acordo com Buckingham e Cliftin (2008) um ponto forte é a capacidade de ter um desempenho estável e quase perfeito em determinada atividade. Entre alguns pontos fortes podemos citar: adaptabilidade, autoafirmação, carisma, competição, comunicação, disciplina, empatia, organização, etc.
Com base nisso, faça uma lista de todos os eventos positivos que ocorreram, e ao lado de cada um escreva os pontos fortes que facilitaram sua realização. Esses são os seus talentos! Por exemplo, uma pessoa que cumpre horário e prazos, que planeja antes de fazer algo tem como ponto forte a disciplina; agora vamos pensar que este ponto forte a possibilitou de organizar melhor suas finanças. Outro exemplo, uma pessoa que tem facilidade em transmitir idéias, tem como ponto forte a comunicação, que consequentemente possibilitou divulgar melhor o seu trabalho, e assim por diante.
É comum as pessoas não se darem conta de seu próprio potencial, percebem as mudanças ocorridas como algo do destino; não percebem que são responsáveis pela realização de seus sonhos. A partir do momento em que conhecemos nossos pontos fortes, a possibilidade de realização aumenta significativamente.
O próximo passo é anotar os eventos considerados desfavoráveis ocorridos no ano que passou. Em vez de olhá-los de forma negativa, compreenda estes eventos como um ensaio, reflita que pontos você necessita desenvolver para que consiga concretizar. Visto dessa maneira, tais eventos perdem a característica de fracasso e passam a ser positivos para futuras conquistas. É importante que você busque perceber os ganhos obtidos nestes eventos. Afinal, se você continua repetindo uma mesma situação, mesmo que ela não seja satisfatória, é por que existem ganhos.
Com tudo o que foi colocado até o momento, é possível fazer um balanço do ano que passou e pensar em formas mais assertivas de alcançar seus sonhos. Mas se você chegou até aqui e não conseguiu identificar seus pontos fortes, acredita não ter talento nenhum, talvez esteja na hora de iniciar um trabalho de autoconhecimento. Afinal todos tem seus pontos fortes, e conhecendo-os, a oportunidade de aprimorá-los fica maior e também de desenvolver outros significativos para sua vida. Espero que esse texto tenha ajudado e desejo um Feliz 2012 à todos!

