
Início: 07 de julho de 2011
Horário: 16 às 17:30
Grupo Temático
Início: 07 de julho de 2011
Horário: 18 às 19:30
Grupo Adulto
Início: 07 de julho de 2011
Horário: 20 às 21:30
Valor mensal: R$200,00

Conta a história de um casal que tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata. A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Não lembro como esse texto foi parar em minhas mãos, mas cheguei a compartilhá-lo com algumas pessoas. É o tipo de texto que vale a pena ler e refletir. Espero que gostem!
Costumo dizer que não existe uma única receita de bolo, mas que cada pessoa tem a sua e para dar início a ela o primeiro passo é refletir sobre seus desejos. Eles são realmente seus ou tem o intuito de agradar outras pessoas? Digo isso, pois tenho percebido que as pessoas costumam usar muito o “tenho que...” na formulação de seus desejos, como se fosse algo que realmente desejassem. O “tenho que” funciona mais como uma obrigação e não como algo que se deseje realmente.
Para que as mudanças aconteçam, é necessário que haja um mínimo de autoconhecimento, saber quais são os seus valores pessoais e se eles estão de acordo com o tipo de vida que está levando atualmente é muito importante. Pense nas áreas de sua vida e no que deseja para cada uma delas:
- Profissional/ Educacional;
-Afetiva;
-Lazer;
-Material (bens);
- Saúde.
Além disso, é fundamental que comece a traçar metas claras e bem definidas, que sejam motivadoras e o mais importante, com prazo para sua realização, se não é capaz de chegar ao final do ano novamente sem realizá-las. Para facilitar, dividas suas metas em submetas (curto, médio e longo prazo).
Mas se seu desejo é fazer como a música “Deixa a vida me levar...”, não esqueça de refletir que ganhos terá em sua vida; é bom que pondere e principalmente responsabilize-se por sua decisão, pois os acontecimentos não ocorrem simplesmente ao acaso. Costumamos colher o que plantamos.
E para finalizar, gostaria que se imaginasse como um barquinho no mar. Como ele está? Indo e vindo ao sabor do vento sem direção ou tem alguém no comando? Lembre-se: se você não comandar o seu barco, alguém com certeza comandará por você!
O que você escolhe?
Boas Festas e um Feliz 2011!

Quando falamos em orientação vocacional ou profissional, a maioria das pessoas associa essa prática apenas com a escolha de uma profissão; orientação esta que o jovem só procura quando está em dúvida em relação a que curso escolher. Só que a orientação profissional, como prefiro chamar, não é só isso. É preciso observar que o mundo do trabalho é algo dinâmico e muda constantemente. Com isso, é necessário um olhar sob uma perspectiva crítica a respeito das profissões; levando em conta a situação do orientando; o contexto político-econômico-social em que esse jovem está inserido e o mercado de trabalho, buscando conscientizar esse jovem que não existem garantias em nenhuma escolha que ele faça, ou seja, levantar uma visão mais realista a respeito do trabalho e dos meios de produção.
Talvez você me pergunte para que passar pelo processo de orientação profissional? E eu responderei que é importante o jovem se preparar para entrar em contato com as dificuldades que virão pela frente e principalmente perceber quais as exigências que o mercado exigirá dele, podendo assim desenvolver melhor suas habilidades e atitudes.
A própria escolha do curso, para a maioria dos jovens é algo angustiante; tenha ele passado por um processo de orientação profissional ou não. O interessante é que desde crianças aprendemos a fazer escolhas, mas ao se deparar com o vestibular, um grande número de jovens entra no que chamamos de “crise”, a qual acredito ser devida a cobranças imposta pela sociedade e pelo meio familiar. Pois desde novinhos, escutamos o adulto perguntar “O que você vai ser quando crescer?”
Até então, penso na escolha frente ao vestibular, mas vale ressaltar também o grande número de jovens que desistem do curso no meio do caminho, ou aqueles que terminam o curso e atuam em outras áreas de trabalho. Percebo que a orientação profissional é um grande aliado no crescimento desses jovens e adultos, não só no que diz respeito à escolha de uma profissão, mas também em levantar reflexões acerca do mercado de trabalho, no autoconhecimento e na criação de estratégias que possibilitem sua atuação na área desejada.

MITO - Adolescentes não tem depressão de verdade.
REALIDADE - A depressão pode afetar pessoas de qualquer idade, raça ou classe socio-econômica.
MITO - Adolescentes que alegam estar deprimidos são fracos e precisam apenas de força de vontade.
REALIDADE- A depressão não é uma fraqueza e sim um grave problema de saúde.
MITO - Falar sobre depressão apenas piora o problema.
REALIDADE- Falar sobre o que sente pode ajudar um amigo a reconhecer a necessidade de ajuda profissional.
MITO - Pessoas, inclusive adolescentes, que falam sobre suicídio não se suicidam.
REALIDADE- Muitas pessoas que se suicidaram já haviam dado "avisos" a esse respeito para amigos e família.
MITO - Contar para um adulto que o amigo pode esta deprimido é trair sua confiança. Se ele quisesse ajuda, ele procuraria.
REALIDADE- A depressão destrói a auto-estima e interfere na capacidade ou vontade da pessoa pedir ajuda.
Identifique os Sintomas da Depressão na Adolescência
Tristeza ou sensação de vazio
Pessimismo ou culpa, falta de esperança
Desamparo ou inutilidade
Incapacidade de tomar decisões
Concentração e memorização reduzidas
Falta de interesse ou prazer por atividades normais como esportes, música ou conversa pelo telefone
Problemas na escola e com a família
Perda de energia e motivação
Dificuldade para pegar no sono, dormir bem ou se levantar de manhã
Problemas de apetite: emagrecimento ou ganho de peso
Dor de cabeça, dor de estômago ou dor nas costas
Inquietação e irritabilidade
Desejo de ficar sozinho a maior parte do tempo
Falta às aulas ou abandono de hobbies e outras atividades
Abuso de bebidas alcoólicas ou drogas
Conversas sobre morte
Conversas sobre suicídio (ou tentativas)
Se você identificar vários desses itens em seu filho, em um amigo ou em você mesmo, pode ser um quadro depressivo. Antes de qualquer decisão, procure ajuda profissional (psiquiatra, psicólogo ou médico da família), pois a avaliação e o diagnóstico são essenciais para o tratamento e a recuperação.
Fonte:http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/coluna_livre/id020202.htm